Marcas temporais de uma narrativa, de uma vida, de uma viagem.
ESPAÇO 7 - Língua Portuguesa
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012
Domingo, 22 de Janeiro de 2012
Domingo, 15 de Janeiro de 2012
900 - História de um REI
Vamos ler !
900 História De Um Rei.
O romance juvenil 900-História de um Rei foi escrito e ilustrado por Pedro Seromenho e narra a vida do primeiro rei de Portugal: D. Afonso Henriques.
Sinopse:
Há novecentos anos, nasceu o corajoso Afonso Henriques. Ainda jovem armou-se cavaleiro, combateu a mãe e opôs-se ao primo, o Imperador da Hispânia. Como conquistador, travou batalhas, tomou cidades e formou o Reino de Portugal. Foi pela traição que o derrotaram. Como homem, teve uma infância solitária, paixões arrebatadoras, um casamento de conveniência e enfrentou uma maldição materna. Ignorado pelo papa, foi o próprio povo que o aclamou Rei. Esta é a sua história.
O escritor e ilustrador Pedro Seromenho lança o romance juvenil "900, história de um rei", tratando de forma diferente e pedagógica a vida, as batalhas e as paixões do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. "O primeiro rei português foi uma criança muito só. O pai morreu quando ele tinha dois anos e a mãe era ausente. Teve que se tornar homem muito depressa". É assim que, em geral, o jovem escritor e ilustrador Pedro Seromenho tem iniciado a apresentação do seu novo romance medieval, "900, história de um rei - D. Afonso Henriques, 1109-2009", em cerca de 50 escolas e feiras do livro do país. A publicação infanto-juvenil fala de forma diferente e pedagógica da vida e das aventuras do fundador da nacionalidade. Para o autor :"A maior preocupação foi fazer uma escrita visual, para que, sobretudo os mais novos, ao lerem se sintam verdadeiros cavaleiros da Idade Média", explica Pedro Seromenho, ao JN, surpreendido pelo "delírio" júnior face ao interesse da narrativa, às conquistas e personalidade do rei. "Gostam de saber que superou a incapacidade na perna, combateu a mãe, opôs-se ao primo imperador da Hispânia e só foi derrotado por traição", conta. As miúdas atentam aos seus romances secretos e filhos bastardos, como os de D. Chamôa Gomes. "Casar com a filha do conde de Sabóia foi o melhor que arranjou, por ser o povo a aclamá-lo rei e para ter apoio da nobreza francesa e dos Templários", diz. A edição exigiu "meses de investigação", apoiada em historiadores como José Mattoso, Almeida Fernandes e José Hermano Saraiva, de forma a montar a prosa de 130 páginas e a vintena de ilustrações. Sobre a naturalidade de D. Afonso Henriques, deixa a polémica para os historiadores. "Não se duvida só onde nasceu, mas dos locais das batalhas de Ourique ou de Valdevez", notou.
Nuno Passos, JN, 2009-06-22
Sinopse:
Há novecentos anos, nasceu o corajoso Afonso Henriques. Ainda jovem armou-se cavaleiro, combateu a mãe e opôs-se ao primo, o Imperador da Hispânia. Como conquistador, travou batalhas, tomou cidades e formou o Reino de Portugal. Foi pela traição que o derrotaram. Como homem, teve uma infância solitária, paixões arrebatadoras, um casamento de conveniência e enfrentou uma maldição materna. Ignorado pelo papa, foi o próprio povo que o aclamou Rei. Esta é a sua história.
O escritor e ilustrador Pedro Seromenho lança o romance juvenil "900, história de um rei", tratando de forma diferente e pedagógica a vida, as batalhas e as paixões do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. "O primeiro rei português foi uma criança muito só. O pai morreu quando ele tinha dois anos e a mãe era ausente. Teve que se tornar homem muito depressa". É assim que, em geral, o jovem escritor e ilustrador Pedro Seromenho tem iniciado a apresentação do seu novo romance medieval, "900, história de um rei - D. Afonso Henriques, 1109-2009", em cerca de 50 escolas e feiras do livro do país. A publicação infanto-juvenil fala de forma diferente e pedagógica da vida e das aventuras do fundador da nacionalidade. Para o autor :"A maior preocupação foi fazer uma escrita visual, para que, sobretudo os mais novos, ao lerem se sintam verdadeiros cavaleiros da Idade Média", explica Pedro Seromenho, ao JN, surpreendido pelo "delírio" júnior face ao interesse da narrativa, às conquistas e personalidade do rei. "Gostam de saber que superou a incapacidade na perna, combateu a mãe, opôs-se ao primo imperador da Hispânia e só foi derrotado por traição", conta. As miúdas atentam aos seus romances secretos e filhos bastardos, como os de D. Chamôa Gomes. "Casar com a filha do conde de Sabóia foi o melhor que arranjou, por ser o povo a aclamá-lo rei e para ter apoio da nobreza francesa e dos Templários", diz. A edição exigiu "meses de investigação", apoiada em historiadores como José Mattoso, Almeida Fernandes e José Hermano Saraiva, de forma a montar a prosa de 130 páginas e a vintena de ilustrações. Sobre a naturalidade de D. Afonso Henriques, deixa a polémica para os historiadores. "Não se duvida só onde nasceu, mas dos locais das batalhas de Ourique ou de Valdevez", notou.
Nuno Passos, JN, 2009-06-22
A verdadeira HISTÓRIA.
Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
Com argumento e realização da autoria de Pedro Lino, resulta de uma parceria conjunta entre o Museu de Alberto Sampaio e a Câmara Municipal de Guimarães e foi desenvolvido no âmbito das Comemorações dos 900 Anos do Nascimento do primeiro monarca português.
Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu sob a constelação de gémeos em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde reside actualmente.Embora se tenha formado em Economia, desde muito cedo demonstrou excepcionais apetências pelo universo da escrita e da pintura, colaborando em inúmeras publicações e exposições como escritor e ilustrador.
“No dia em que descobri este novo imaginário, redescobri-me por completo. Não fazia ideia do enorme prazer que é comunicar com o público jovem. De facto, são eles que me exigem uma escrita mais criativa e também sensorial. E o resto é fácil. É sonhar.”
Foto e texto retirados do Blogue do KISPO
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pedro seromenho
Domingo, 4 de Dezembro de 2011
Terça-feira, 1 de Novembro de 2011
O Nome
Nome:
Palavra pela qual designamos seres, objetos e entidades em geral.
Varia em género, número e grau.
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o nome
Texto publicitário.
Texto publicitário
Sumário:
Texto publicitário. História e estrutura do texto publicitário.O nome.
Historicamente, o texto publicitário tem origem no pregão e no anúncio surgidos já na Antiguidade com os mercadores a fazer anunciar os seus produtos ou os habitantes a publicitar os espetáculos teatrais ou os festejos desportivos. Com a imprensa, inventada por Gutemberg, a publicidade alterou-se, passando a dispor de mais recursos. Só a partir do século XIX, porém, se observa uma aposta na publicidade com o aparecimento de agentes publicitários que deixam de ser meros vendedores de espaços para um editor e passam a construtores e comerciantes desses espaços. Em 1925, surge o primeiro tratado de publicidade, de autoria de Daniel Starch, que traça as características do bom anúncio:
que seja visto
que seja lido
que seja confiável
que seja recordado
que provoque a ação do comprador
Na linha da concretização destas características surgiram algumas funções da publicidade como as de captar a atenção, manter o interesse, despertar o desejo e provocar a ação. Com a sua definição, avançou-se para a motivação subconsciente do consumidor, orientando-a para os instintos e sentimentos. Com a televisão e, mais recentemente, com a informática, a criatividade publicitária descobre, constantemente, novos elementos, formas e técnicas para induzir e moldar a vontade do consumidor, que se convence das vantagens de um produto, mesmo que este não esteja dentro das suas necessidades de aquisição.
Como tipo de texto, a publicidade assenta num modelo de discurso rápido, eficaz, sugestivo e persuasivo. Pode surgir nos mais diversos meios, como a televisão, a rádio, a imprensa escrita, os painéis (outdoors), a Internet, o mailing, os catálogos ou os transportes.
Para chamar e prender a atenção do potencial consumidor, a publicidade desenvolveu um processo de sedução através da linguagem escolhida, das imagens selecionadas e dos fundos musicais utilizados.
Como técnica publicitária, a imagem e o slogan são dois elementos fundamentais. O slogan tem um papel muito importante ao apoiar-se na repetição e ao recorrer à síntese, dizendo muito em poucas palavras e subliminarmente. E para prevenir o cansaço ou monotonia, é frequente a variação de pormenores sem afetar a imagem essencial do que quer argumentar. Na linguagem publicitária, é frequente o uso da polissemia e da homonímia, o paralelismo sintático, os jogos de palavras, os jogos fonéticos (onomatopeias, aliterações).
A publicidade cria/inventa novas palavras, deturpa provérbios e aforismos, usa grafias estranhas (por analogia com palavras conhecidas), usa frases ambíguas, fazendo agir, fazendo acreditar, sugerindo sem dizer explicitamente.
que seja visto
que seja lido
que seja confiável
que seja recordado
que provoque a ação do comprador
Na linha da concretização destas características surgiram algumas funções da publicidade como as de captar a atenção, manter o interesse, despertar o desejo e provocar a ação. Com a sua definição, avançou-se para a motivação subconsciente do consumidor, orientando-a para os instintos e sentimentos. Com a televisão e, mais recentemente, com a informática, a criatividade publicitária descobre, constantemente, novos elementos, formas e técnicas para induzir e moldar a vontade do consumidor, que se convence das vantagens de um produto, mesmo que este não esteja dentro das suas necessidades de aquisição.
Como tipo de texto, a publicidade assenta num modelo de discurso rápido, eficaz, sugestivo e persuasivo. Pode surgir nos mais diversos meios, como a televisão, a rádio, a imprensa escrita, os painéis (outdoors), a Internet, o mailing, os catálogos ou os transportes.
Para chamar e prender a atenção do potencial consumidor, a publicidade desenvolveu um processo de sedução através da linguagem escolhida, das imagens selecionadas e dos fundos musicais utilizados.
Como técnica publicitária, a imagem e o slogan são dois elementos fundamentais. O slogan tem um papel muito importante ao apoiar-se na repetição e ao recorrer à síntese, dizendo muito em poucas palavras e subliminarmente. E para prevenir o cansaço ou monotonia, é frequente a variação de pormenores sem afetar a imagem essencial do que quer argumentar. Na linguagem publicitária, é frequente o uso da polissemia e da homonímia, o paralelismo sintático, os jogos de palavras, os jogos fonéticos (onomatopeias, aliterações).
A publicidade cria/inventa novas palavras, deturpa provérbios e aforismos, usa grafias estranhas (por analogia com palavras conhecidas), usa frases ambíguas, fazendo agir, fazendo acreditar, sugerindo sem dizer explicitamente.
Síntese
O texto publicitário (publicidade ) é composto por três elementos : Imagem; slogan e texto argumentativo.
O slogan deve ser original, breve, simples e fácil de memorizar.
O texto argumentativo deve seguir o modelo AIDMA
Atenção
Interesse
Desejo
Memorização
Ação.
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