domingo, 13 de maio de 2012

Texto dramático II

Vê com atenção o vídeo seguinte :



Leandro, rei da Helíria. TEXTO INTEGRAL. CLICA na IMAGEM !

Proposta de Trabalho.
Escolhe uma das seguintes opções:
 A)     Identifica as categorias do texto dramático presentes no texto: "Leandro, Rei da Helíria."

B)     Faz uma síntese da estrutura interna do texto referido em A).
Envia a tua resposta para o correio eletrónico do blogue ou publica-a nos comentários.

domingo, 6 de maio de 2012

Texto dramático

Texto dramático
Texto que se destina a ser representado. Pode ser escrito em prosa ou em verso.
Categorias do texto dramático
1.      Ação: intriga, história.
2.     Personagens
Quanto ao Relevo: central ou protagonista; secundária; Figurante
                    Processos de caraterização: direta; indireta
                 Retrato: Físico; psicológico e social.
3.      Espaço: É fornecido pelas indicações cénicas e falas das personagens.
4.      Tempo: Quase sempre condensado.
5.      Indicações cénicas ou didascálias: Texto secundário, em discurso indireto, com informações relativas ao cenário, vestuário, música, luzes, representação dos atores. Aparece em itálico ou entre parênteses.
6.     Modalidades do discurso:
              Diálogo - Fala entre duas ou mais personagens.
            Monólogofala de uma só personagem.
             Aparte – Quando a personagem se dirige aos espetadores, fingindo que as outras personagens não a ouvem. 
Estrutura do texto dramático
Interna:
Exposição - Apresentação das personagens e dos antecedentes da ação.
Conflito – São as várias peripécias: momentos de expetativa, de retardamento, clímax ou ponto culminante.
Desenlace: Desfecho da ação.
Externa :
Ato (s) : Muda-se de ato sempre que se muda de cenário.
Cena: Sempre que há entrada ou saída de uma ou mais personagens.

terça-feira, 13 de março de 2012

Figuras de Estilo


As figuras de estilo são recursos utilizados para melhorar, embelezar, o texto. Servem para sugerir ideias, interpretações. Os escritores utilizam-nos como estratégia. Com a utilização dos recursos estilísticos criam-se imagens e associações impossíveis de concretizar de outra forma. São indispensáveis à compreensão e estética literária.
METÁFORA
É a mais corrente de todas as figuras de estilo. Consiste em associar,numa única expressão, duas realidades diferentes através de algo que lhes é comum. Aexpressão “cabelos de ouro” é uma metáfora, porque associa  a cor e o brilho dos cabelos  à cor e ao brilho do ouro. Trata-se, portanto, de uma comparação condensada,abreviada.

 Repara  nas metáforas seguintes:
Ele foi para a guerra na
flor da idade
 Naquela tarde,
o céu era chumbo

COMPARAÇÃO
– Esta figura associa duas realidades diferentes, neste caso através deum elemento de comparação ou equivalente (por exemplo, o verbo “parecer”). “O rei Rodrigo é tão feroz como o urso da montanha” é uma comparação, porque compara explicitamente o rei Rodrigo a um animal feroz, através do elemento que por excelênciaestabelece a comparação, que é “como”.

 Mais três comparações:

Passamos pela vida como os rios passam
A Rute é  astuta como uma raposa

Os seus olhos pareciam duas fontes, de tanto chorar.


PERSONIFICAÇÃO
Consiste em atribuir características e qualidades humanas aentidades (animais, objetos, conceitos…) que o não são. Há certos tipos de texto quesão por inteiro construídos com base na personificação: estás a lembrar-te das fábulas,as narrativas cujas personagens são animais que falam e interagem uns com os outroscomo se de humanos se tratasse.
Exemplos:
As árvores olharam-me com amargura.
As rãs do charco exclamavam: “- Dai-nos sol! Dai-nos sol!”
Naquela noite de tempestade,
a lua sentia-se tristemente sozinha
Figuras de estilo
View more PowerPoint from Luís Sérgio

APRENDER COM HUMOR :

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

900 - História de um REI



Vamos ler !
900 História De Um Rei.

O romance juvenil 900-História de um Rei foi escrito e ilustrado por Pedro Seromenho e narra a vida do primeiro rei de Portugal: D. Afonso Henriques.
Sinopse:

Há novecentos anos, nasceu o corajoso Afonso Henriques. Ainda jovem armou-se cavaleiro, combateu a mãe e opôs-se ao primo, o Imperador da Hispânia. Como conquistador, travou batalhas, tomou cidades e formou o Reino de Portugal. Foi pela traição que o derrotaram. Como homem, teve uma infância solitária, paixões arrebatadoras, um casamento de conveniência e enfrentou uma maldição materna. Ignorado pelo papa, foi o próprio povo que o aclamou Rei. Esta é a sua história.
 O escritor e ilustrador Pedro Seromenho lança o romance juvenil "900, história de um rei", tratando de forma diferente e pedagógica a vida, as batalhas e as paixões do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques. "O primeiro rei português foi uma criança muito só. O pai morreu quando ele tinha dois anos e a mãe era ausente. Teve que se tornar homem muito depressa". É assim que, em geral, o jovem escritor e ilustrador Pedro Seromenho tem iniciado a apresentação do seu novo romance medieval, "900, história de um rei - D. Afonso Henriques, 1109-2009", em cerca de 50 escolas e feiras do livro do país. A publicação infanto-juvenil fala de forma diferente e pedagógica da vida e das aventuras do fundador da nacionalidade.  Para o autor :"A maior preocupação foi fazer uma escrita visual, para que, sobretudo os mais novos, ao lerem se sintam verdadeiros cavaleiros da Idade Média", explica Pedro Seromenho, ao JN, surpreendido pelo "delírio" júnior face ao interesse da narrativa, às conquistas e personalidade do rei. "Gostam de saber que superou a incapacidade na perna, combateu a mãe, opôs-se ao primo imperador da Hispânia e só foi derrotado por traição", conta. As miúdas atentam aos seus romances secretos e filhos bastardos, como os de D. Chamôa Gomes. "Casar com a filha do conde de Sabóia foi o melhor que arranjou, por ser o povo a aclamá-lo rei e para ter apoio da nobreza francesa e dos Templários", diz. A edição exigiu "meses de investigação", apoiada em historiadores como José Mattoso, Almeida Fernandes e José Hermano Saraiva, de forma a montar a prosa de 130 páginas e a vintena de ilustrações. Sobre a naturalidade de D. Afonso Henriques, deixa a polémica para os historiadores. "Não se duvida só onde nasceu, mas dos locais das batalhas de Ourique ou de Valdevez", notou.

Nuno Passos, JN, 2009-06-22

A verdadeira HISTÓRIA.
Vídeo animado que dá a conhecer a vida e os feitos do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
Com argumento e realização da autoria de Pedro Lino, resulta de uma parceria conjunta entre o Museu de Alberto Sampaio e a Câmara Municipal de Guimarães e foi desenvolvido no âmbito das Comemorações dos 900 Anos do Nascimento do primeiro monarca português.
Pedro Seromenho Rocha, de nacionalidade portuguesa, nasceu sob a constelação de gémeos em 1975, na cidade de Salisbúria (Harare), República do Zimbabué. Com apenas dois anos de idade fixou-se em Tavira e mais tarde em Braga, onde reside actualmente.
Embora se tenha formado em Economia, desde muito cedo demonstrou excepcionais apetências pelo universo da escrita e da pintura, colaborando em inúmeras publicações e exposições como escritor e ilustrador.
“No dia em que descobri este novo imaginário, redescobri-me por completo. Não fazia ideia do enorme prazer que é comunicar com o público jovem. De facto, são eles que me exigem uma escrita mais criativa e também sensorial. E o resto é fácil. É sonhar.”
Foto e texto retirados do Blogue do KISPO