sábado, 17 de janeiro de 2009

FUNÇÕES SINTÁCTICAS - 1 -

Elementos fundamentais da oração.

Os elementos fundamentais da oração são: O SUJEITO e o PREDICADO.
Sujeito: O ser ou coisa sobre que se faz uma afirmação –
quem pratica a acção. Exemplo: A casa é alta. O homem é o rei da criação.
Um substantivo ou nome, qualquer palavra substantivada, um pronome, um numeral e até uma oração, podem exercer funções de sujeito: O menino é estudioso; amar é sofrer; é justo que se premeiem os estudantes mais aplicados.
Pode ser:
Simples:
O cão é um animal doméstico.
Composto:
O cão, o gato e o cavalo são animais domésticos.
Indeterminado: Batem à porta
Subentendido
: Comi fruta ao almoço.
PREDICADO é o que se afirma acerca do sujeito.
Exemplos:
O João brinca; O meu irmão tem uma bicicleta.
Pode ser verbal, quando é constituído por um verbo que só por si pode constituir predicado.
O aluno estuda; As aves voam.
Nominal, quando é expresso por um verbo que necessita de ser acompanhado de um nome ou substantivo, adjectivo, pronome, advérbio ou expressão equivalente, que, referindo-se ao sujeito completa a sua significação.
A maçã é saborosa; a tua irmã está bem.
O nome, adjectivo, pronome, advérbio ou expressão equivalente designa-se por predicativo do sujeito. O verbo, porque liga o predicativo ao sujeito, toma o nome de verbo de ligação.
O predicado nominal pode ser simples ou composto.
A Águia é uma ave de rapina. Fernando Namora foi médico e escritor.


Post elaborado com apoio do Compêndio de gramática portuguesa de Nunes FIGUEIREDO e Gomes FERREIRA.


6 comentários:

Frederico disse...

O blog está muito bom para estudar e entender a matéria. Gostei muito da matéria sobre as Funções Sintácticas.

Aproveito e deixo-lhe o texto que o stôr pediu:

A Minha Escola

Eu sou o Frederico Delgado, vivo na Serra das Minas e estudo na Escola Básica 2, 3 Padre Alberto Neto.
A minha escola é uma escola grande e muito mal cuidada. Este ano pintaram a escola por fora, de branco e cinzento e deram outra cor a cada pavilhão (azul, amarelo, roxo e cor-de-laranja). Os pais chegam à escola, vêem a escola bem pintada por fora e acham que é uma boa escola. Mas quando os alunos vêem o interior dos Pavilhões apercebem-se que a escola tem paredes, cadeiras e mesas escritas e maltratadas.
Mas é uma escola grande com pessoas e professores ´´fixes``.
Este ano será adicionado um pavilhão à escola para substituir os contentores. Esperamos que a escola fique melhor.

Um abraço, Fred

tomasf20 disse...

A Dinamarca fica no Norte da Europa. Há muitos anos, dezenas e centenas de anos, havia um lugar na Dinamarca, mais propriamente no extremo Norte do país , perto do mar, uma grande floresta com pinheiros , tílias, abetos e carvalhos. E, lá morava um Cavaleiro juntamente com a sua família. Viviam numa casa construída numa clareira , rodeada de bétulas e em frente da porta havia um pinheiro que era o maior da floresta.
A maior festa que havia na casa do cavaleiro era no Natal, onde se juntava toda a família, amigos e parentes, criados e servos da floresta. Todos comiam, bebiam, riam e contavam histórias Era assim todos os anos. Mas neste Natal o Cavaleiro tomou uma decisão: o próximo Natal iria ser diferente, pois ele não iria estar presente. Ia fazer uma peregrinação à Terra Santa. Ia passar o Natal na gruta onde Cristo nasceu. Ia para Belém. Mas disse que dali a dois anos estaria de volta para passar o Natal. Ficaram preocupados, mas não o contrariaram. Partiu na Primavera. Dirigiu-se para a cidade mais próxima que era um porto de mar e embarcou. Juntou-se mais tarde a outros peregrinos e seguiram para Jerusalém. Visitou todos os lugares santos. Quando chegou ao dia de Natal, ao fim da tarde, o Cavaleiro dirigiu-se para a gruta de Belém. Rezou a noite. Quando na torre das igrejas bateram as doze badaladas da meia noite , o Cavaleiro julgou ouvir, num cântico altíssimo , a oração dos Anjos. Ficou em paz e com muita confiança. Rezou muito, pela paz, alegria, pelo fim das misérias e das guerras. Pediu também aos anjos que o protegessem e guiassem na volta a casa para puder passar o próximo Natal com os seus. Ainda ficou mais dois meses na Palestina. No fim de Fevereiro partiu com outros peregrinos para Jafa. Entre os peregrinos havia um mercador de Veneza com quem o Cavaleiro travou uma grande amizade. Tiveram que esperar pelo bom tempo para embarcarem, mas uma vez no mar foram apanhados por uma tempestade. Pensou que não voltaria a ver a terra dele. Mas, o vento amainou, os marinheiros içaram novas velas e com a brisa soprando a favor chegaram ao porto de Ravena, em Itália. Porém, o navio não estava em condições de seguir viagem e o Cavaleiro quis esperar por outros navio. Só que o mercador convidou-o para ele ir com ele até Veneza, depois seguia para o porto de Génova por terra e de Génova ía de navio para Flandres. Uma vez em Flandres depressa chegaria à sua terra. E assim foi, ele seguiu para Veneza. Ficou encantado com tudo o que havia naquela cidade, numa pensou que os seus olhos pudessem ver coisas tão belas e ficou lá um mês com o mercador. Depois seguiu viagem num belo cavalo que o mercador lhe ofereceu. Passou por Ferrara, Bolonha, São Giminiano e chegou a Florença em Maio. Encontrou a casa do banqueiro Averardo, amigo do mercador. Jantou em casa dele, juntamente com mais amigos e ficou espantado com o conhecimento daquelas pessoas. Ouviu a história de Giotto e Cimabué , de Dante e Beatriz. Ficou um mês, mas tinha que continuar viagem para junto dos seus e assim foi. Mas, a caminho de Génova, o Cavaleiro adoeceu. Bateu à porta de um convento e foram os frades que o trataram, mas, demorou muito tempo pois estava muito doente. Ficou algum tempo. Quando chegou ao grande porto de mar já todos os navios que iam para Flandres tinham partido. Era fim de Setembro. Se quisesse ir por mar só dali a alguns meses é que conseguia, teve que ir por terra, era a única solução. Iniciou a sua caminhada até Bruges, atravessou os Alpes , os campos e toda a França. Quando chegou a Flandres já era Inverno. O Cavaleiro, dirigiu-se a casa de um negociante flamengo, amigo do banqueiro Averardo. Foi então aí que ouviu as histórias de um marinheiro da frota do negociante. As expedições portuguesas em que participara e a descoberta de África. Mas o dinamarquês sem saber como voltar à sua terra. Por mar não ia de certeza e decidiu efectuar uma viagem dura a pé. E assim foi. Os rios gelados, a terra coberta de neve. O frio aumentava e os dias eram cada vez mais curtos. Mas nunca desistiu e caminhou durante longas semanas. Finalmente, na antevéspera de Natal, chegou a uma pequena povoação perto da sua terra e falou com amigos que lhe disseram que a família estava preocupada e ansiosa. Um amigo do cavaleiro emprestou-lhe um cavalo pois o do dinamarquês estava coxo. E lá seguiu ele mais uma etapa. Era dia 24 de Dezembro, o dia mais pequeno do ano. Seguiu pela floresta, que ao fim de tanto tempo lhe parecia estranha. Mas, seguiu por um caminho que o levou a uma aldeia de lenhadores. Tentaram convencê-lo a não seguir caminho, pois já estava escuro e ia nevar durante a noite. Mas nada o demoveu. Seguiu, estava escuro e nevava. As horas iam passando e ele estava perdido! Enfrentou os lobos e um urso, mas não desistiu e só dizia: “ Hoje é noite de trégua, noite de Natal” E seguia, seguia. Pensou nos Reis Magos e na Estrela que os guiou. Olhou para o céu mas nada o guiou. Começou a rezar e, ao longe, começou a ver uma pequena claridade, cada vez maior. E ele encheu-se de esperança. Pensou que ia encontrar alguém junto a uma grande fogueira. Mas, não. Era a clareira de bétulas onde ficava a sua casa. E o pinheiro mais alto da floresta, junto à sua porta estava coberto de luzes. Foi a família, amigos, parentes, criados e servos da floresta que o enfeitaram para ele se guiar e conseguir chegar a tempo de passar a noite de Natal com eles como tinha prometido.


Tomás Fernandes
7º 3ª nº 20
Ano lectivo 2008/2009

Everton disse...

Esta é uma história de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir em peregrinação até á Terra Santa, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, dizendo-lhes que regressaria dali por dois anos. Partiu então numa Primavera.


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Há muitos anos atrás, as viagens eram dificeis de realizar e ir da Dinamarca até á Palestina era uma grande aventura. Ao encontrar-se na gruta de Belém, rezou pelo fim das misérias e das guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediu ainda a Deus que o fizesse um homem de boa vontade. Mais tarde no porto de Jafa, travou amizade com um mercador de Veneza que o convenceu a conhecer as maravilhosas terras da Itália. Ouviu o mercador contar-lhe a história da mais bela mulher daquelas paragens, de seu nome Vanina. E depois o peregrino foi para outras terras da Itália, levando consigo cartas escritas pelo mercador que serviriam de apresentação em vários lugares por onde passasse. Em Florença ouviu falar de Cimabué, o primeiro pintor de Itália e de Dante, o maior poeta daquele país. Depois, atravessou os Alpes, os campos, as planícies, os vales e as montanhas de França e chegou á Flandres onde ouviu falar do português Pêro Dias que travou conhecimento com os gentios. E em todas as terras por onde passava ouvia histórias dos mares, das ilhas, dos povos desconhecidos e dos países distantes.
Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Na antevéspera do Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o peregrino partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal porque o prometera á mulher e aos filhos.
Embora com dificuldade lá foi avançando, mas a certo ponto do caminho sentiu-se perdido, como se todos os trilhos tivessem mudado de lugar. Foi orientado por uma luz intensa, ao longe, que apareceu de súbito. O ar estava cheio de reflexos multicolores e grandes raios de luz passavam entre os troncos e as ramagens. Á medida que se aproximava daqueles raios de luz, verificou com espanto que era o grande Abeto que ficava mesmo ao lado da sua casa, todo ele coberto por luzes porque os anjos do Natal o tinham enfeitado para guiar o cavaleiro.
E é por esta razão que na noite de Natal se iluminam os pinheiros.

Everton disse...

Esta é uma história de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir em peregrinação até á Terra Santa, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, dizendo-lhes que regressaria dali por dois anos. Partiu então numa Primavera.


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Há muitos anos atrás, as viagens eram dificeis de realizar e ir da Dinamarca até á Palestina era uma grande aventura. Ao encontrar-se na gruta de Belém, rezou pelo fim das misérias e das guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediu ainda a Deus que o fizesse um homem de boa vontade. Mais tarde no porto de Jafa, travou amizade com um mercador de Veneza que o convenceu a conhecer as maravilhosas terras da Itália. Ouviu o mercador contar-lhe a história da mais bela mulher daquelas paragens, de seu nome Vanina. E depois o peregrino foi para outras terras da Itália, levando consigo cartas escritas pelo mercador que serviriam de apresentação em vários lugares por onde passasse. Em Florença ouviu falar de Cimabué, o primeiro pintor de Itália e de Dante, o maior poeta daquele país. Depois, atravessou os Alpes, os campos, as planícies, os vales e as montanhas de França e chegou á Flandres onde ouviu falar do português Pêro Dias que travou conhecimento com os gentios. E em todas as terras por onde passava ouvia histórias dos mares, das ilhas, dos povos desconhecidos e dos países distantes.
Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Na antevéspera do Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o peregrino partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal porque o prometera á mulher e aos filhos.
Embora com dificuldade lá foi avançando, mas a certo ponto do caminho sentiu-se perdido, como se todos os trilhos tivessem mudado de lugar. Foi orientado por uma luz intensa, ao longe, que apareceu de súbito. O ar estava cheio de reflexos multicolores e grandes raios de luz passavam entre os troncos e as ramagens. Á medida que se aproximava daqueles raios de luz, verificou com espanto que era o grande Abeto que ficava mesmo ao lado da sua casa, todo ele coberto por luzes porque os anjos do Natal o tinham enfeitado para guiar o cavaleiro.
E é por esta razão que na noite de Natal se iluminam os pinheiros.

Everton disse...

Esta é uma história de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir em peregrinação até á Terra Santa, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, dizendo-lhes que regressaria dali por dois anos. Partiu então numa Primavera.


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Há muitos anos atrás, as viagens eram dificeis de realizar e ir da Dinamarca até á Palestina era uma grande aventura. Ao encontrar-se na gruta de Belém, rezou pelo fim das misérias e das guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediu ainda a Deus que o fizesse um homem de boa vontade. Mais tarde no porto de Jafa, travou amizade com um mercador de Veneza que o convenceu a conhecer as maravilhosas terras da Itália. Ouviu o mercador contar-lhe a história da mais bela mulher daquelas paragens, de seu nome Vanina. E depois o peregrino foi para outras terras da Itália, levando consigo cartas escritas pelo mercador que serviriam de apresentação em vários lugares por onde passasse. Em Florença ouviu falar de Cimabué, o primeiro pintor de Itália e de Dante, o maior poeta daquele país. Depois, atravessou os Alpes, os campos, as planícies, os vales e as montanhas de França e chegou á Flandres onde ouviu falar do português Pêro Dias que travou conhecimento com os gentios. E em todas as terras por onde passava ouvia histórias dos mares, das ilhas, dos povos desconhecidos e dos países distantes.
Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Na antevéspera do Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o peregrino partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal porque o prometera á mulher e aos filhos.
Embora com dificuldade lá foi avançando, mas a certo ponto do caminho sentiu-se perdido, como se todos os trilhos tivessem mudado de lugar. Foi orientado por uma luz intensa, ao longe, que apareceu de súbito. O ar estava cheio de reflexos multicolores e grandes raios de luz passavam entre os troncos e as ramagens. Á medida que se aproximava daqueles raios de luz, verificou com espanto que era o grande Abeto que ficava mesmo ao lado da sua casa, todo ele coberto por luzes porque os anjos do Natal o tinham enfeitado para guiar o cavaleiro.
E é por esta razão que na noite de Natal se iluminam os pinheiros.

Everton disse...

Esta é uma história de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir em peregrinação até á Terra Santa, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, dizendo-lhes que regressaria dali por dois anos. Partiu então numa Primavera.


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Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Na antevéspera do Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o peregrino partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal porque o prometera á mulher e aos filhos.
Embora com dificuldade lá foi avançando, mas a certo ponto do caminho sentiu-se perdido, como se todos os trilhos tivessem mudado de lugar. Foi orientado por uma luz intensa, ao longe, que apareceu de súbito. O ar estava cheio de reflexos multicolores e grandes raios de luz passavam entre os troncos e as ramagens. Á medida que se aproximava daqueles raios de luz, verificou com espanto que era o grande Abeto que ficava mesmo ao lado da sua casa, todo ele coberto por luzes porque os anjos do Natal o tinham enfeitado para guiar o cavaleiro.
E é por esta razão que na noite de Natal se iluminam os pinheiros.