sábado, 10 de janeiro de 2009

O CAVALEIRO DA DINAMARCA II

O Cavaleiro da Dinamarca é um livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, editado em Portugal em 1964.
A obra conta a história de um homem que vivia com a sua família numa floresta da Dinamarca, no Norte da Europa. Numa noite de Natal, durante a ceia, quando todos estavam reunidos à volta da lareira, a comer e a contar histórias, comunicou-lhes que iria partir em peregrinação à Terra Santa, para orar na gruta onde Jesus tinha nascido e que, portanto, dessa noite a um ano não estaria com eles. Prometeu que, dessa noite a dois anos, estariam juntos de novo. Na Primavera seguinte partiu e, levado por bons ventos, chegou muito antes do Natal às costas da Palestina, onde visitou todos os locais sagrados relacionados com a vida de Jesus. Já de regresso à Dinamarca, uma tempestade violentíssima quase destruiu o barco em que viajava e ele teve que ficar em Itália. Aí conheceu várias cidades (Ravenna, Veneza, Florença, Génova) onde fez diversos amigos, como o Mercador de Veneza, que lhe contou a belíssima história de amor de Vanina e Guidobaldo. De Giotto e Dante,... Após inúmeras peripécias, consegue chegar à floresta em que vivia, mas uma tempestade quase lhe provoca a morte. No entanto, anjos acendem pequenas estrelas no abeto que ficava em frente à sua casa, guiando-o até ao calor do seu lar e de sua família...Quando ele ia pela floresta pensou seguir o rio até sua casa mas não o encontrou... Este foi desviando-se mais para Norte até que lá ao longe viu uma luz que se destacava pela sua grandeza... Esta, era a luz de sua casa.O cavaleiro não sabia disto, mas ainda assim resolveu ir atrás da luz, encontrando a sua casa. É por essa razão que se enfeitam os pinheiros no Natal e essa é a grande história do cavaleiro da Dinamarca.
Nesta história existem vários encaixes: - História de Vanina e Guidobaldo (narrada pelo mercador de Veneza; - História de Giotto, e História de Dante e Beatriz (narrado por Filipo, um trovador amigo do Banqueiro de Averardo de Florença); - História de Pêro Dias (narrada pelo capitão amigo do Flamengo de Génova).

Texto obtido na WIKIPÉDIA.ORG.

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12 comentários:

Rodrigo 7º3 Nº17 disse...

Resumo do livro "O Cavaleiro da Dinamarca"

Tudo começou quando era Natal, numa floresta vivia um Cavaleiro. Vivia com alguns elementos da sua família e com os seus criados. Todos os Natais eram uma grande festa em sua casa, pois, juntava-se toda a família e contavam histórias uns aos outros. O Cavaleiro naquele Natal contou à família que não ia festejar o próximo Natal com eles, pois ia partir para Belém, mas que no Natal a seguir ia fazer os possíveis para estar com eles. Toda a sua família reagiu um bocado mal mas não o impediu de partir. Era Primavera quando o Cavaleiro partiu em direcção à Palestina, onde seguiu com os outros peregrinos para Jerusalém. Em Jerusalém seguiu para Belém, onde passou a noite de Natal, na gruta onde Jesus nasceu. Lá rezou para que conseguisse que no próximo Natal estivesse com a sua família e também rezou pelos pobres e pela paz e alegria no Mundo. Depois, no final de Fevereiro, saiu de Jerusalém e na companhia de outros peregrinos, partiu para Veneza (com um dos peregrinos que era de Veneza com quem o Cavaleiro fez uma grande amizade. Quando o Cavaleiro chegou a Veneza ficou encantado com toda aquela beleza e logo o Mercador lhe contou a história de Vanina. Passado alguns dias partiu para Florença onde lhe falaram da história de Giotto. O Cavaleiro ficou impressionado com a história. A caminho, quase no fim, de Génova adoeceu. Os frades de um convento cuidaram dele. Parecia que nunca mais chegava à sua casa, tudo queria que ele ficasse. Passado alguns meses atravessou os Alpes e quando chegou a Flandres já era Inverno. Quando chegou à Antuérpia foi ter com o flamengo, por causa da carta que o banqueiro Averardo lhe tinha mandado entregar. Alguns dias depois partiu para a Dinamarca. A viagem foi dura e difícil, pois os rios estavam gelados. Quando chegou o dia 24 de Dezembro, a anoitecer, o Cavaleiro entrou na grande floresta. Parecia-lhe que tudo estava diferente. Quando chegou à aldeia dos lenhadores todas as portas se abriram e um velho de grandes barbas cumprimentou-o. O Cavaleiro continuou o seu caminho. Depois de andar um bocado pensou que estava perdido e então viu os olhos de lobos e em voz alta disse: «Hoje é noite de trégua, noite de Natal.» Os lobos foram-se logo embora. Pelo caminho rezou e pediu a Deus que chegasse ainda naquele dia a casa. Passado um bocado viu um grande triângulo radioso. O Cavaleiro pensou que fosse uma fogueira, mas quando lá chegou viu que era o seu abeto todo iluminado. A sua família iluminou o abeto para ele se poder guiar.

Rodrigo 7º3 Nº17 disse...

Resumo do livro "O Cavaleiro da Dinamarca"

Tudo começou quando era Natal, numa floresta vivia um Cavaleiro. Vivia com alguns elementos da sua família e com os seus criados. Todos os Natais eram uma grande festa em sua casa, pois, juntava-se toda a família e contavam histórias uns aos outros. O Cavaleiro naquele Natal contou à família que não ia festejar o próximo Natal com eles, pois ia partir para Belém, mas que no Natal a seguir ia fazer os possíveis para estar com eles. Toda a sua família reagiu um bocado mal mas não o impediu de partir. Era Primavera quando o Cavaleiro partiu em direcção à Palestina, onde seguiu com os outros peregrinos para Jerusalém. Em Jerusalém seguiu para Belém, onde passou a noite de Natal, na gruta onde Jesus nasceu. Lá rezou para que conseguisse que no próximo Natal estivesse com a sua família e também rezou pelos pobres e pela paz e alegria no Mundo. Depois, no final de Fevereiro, saiu de Jerusalém e na companhia de outros peregrinos, partiu para Veneza (com um dos peregrinos que era de Veneza com quem o Cavaleiro fez uma grande amizade. Quando o Cavaleiro chegou a Veneza ficou encantado com toda aquela beleza e logo o Mercador lhe contou a história de Vanina. Passado alguns dias partiu para Florença onde lhe falaram da história de Giotto. O Cavaleiro ficou impressionado com a história. A caminho, quase no fim, de Génova adoeceu. Os frades de um convento cuidaram dele. Parecia que nunca mais chegava à sua casa, tudo queria que ele ficasse. Passado alguns meses atravessou os Alpes e quando chegou a Flandres já era Inverno. Quando chegou à Antuérpia foi ter com o flamengo, por causa da carta que o banqueiro Averardo lhe tinha mandado entregar. Alguns dias depois partiu para a Dinamarca. A viagem foi dura e difícil, pois os rios estavam gelados. Quando chegou o dia 24 de Dezembro, a anoitecer, o Cavaleiro entrou na grande floresta. Parecia-lhe que tudo estava diferente. Quando chegou à aldeia dos lenhadores todas as portas se abriram e um velho de grandes barbas cumprimentou-o. O Cavaleiro continuou o seu caminho. Depois de andar um bocado pensou que estava perdido e então viu os olhos de lobos e em voz alta disse: «Hoje é noite de trégua, noite de Natal.» Os lobos foram-se logo embora. Pelo caminho rezou e pediu a Deus que chegasse ainda naquele dia a casa. Passado um bocado viu um grande triângulo radioso. O Cavaleiro pensou que fosse uma fogueira, mas quando lá chegou viu que era o seu abeto todo iluminado. A sua família iluminou o abeto para ele se poder guiar.

Espaço7Língua Portuguesa disse...

Resumo enviado por Joana Rocha, 7º3ª
O cavaleiro da Dinamarca - resumo
Havia uma família de um cavaleiro que vivia na Dinamarca. Todos os anos no natal era sempre a mesma coisa. Certo natal, depois da ceia o cavaleiro disse para a família, de hoje a um ano não iria estar presente, pois iria partir, ia à Terra Santa, passar o Natal na gruta onde Cristo nasceu. Partirá na próxima primavera, e prometeu que passado o natal regressará.
Na primavera o cavaleiro deixou a floresta e dirigiu-se para o porto mais próximo, nesse porto embarcara. Em Jerusalém, o cavaleiro rezou bastante e quis visitar todos os lugares santos. Finalmente, no dia de natal, o cavaleiro rezou na gruta de Belém pedindo o fim das misérias e das guerras e paz e alegria no mundo. Outro pedido que fez a Deus foi que o fizesse um homem de boa vontade, capaz de amar os outros. Além disso pediu aos anjos que o guiassem na viagem de regresso, para que ele pudesse passar o natal com a família.
Quando bateram as doze badaladas da meia-noite, o cavaleiro julgou ouvir a oração dos anjos. Depois dos fins de Fevereiro, deixou Jerusalém e partiu para o porto de Jafa. Já em Jafa tiveram de esperar por o bom tempo, e só embarcaram em Março.
No mar voltou a tempestade. O navio já estava a cair. Então desesperado pensava que não voltaria a ver a sua terra, mas passados cinco dias o vento parou. Chegaram ao porto de Ravena, em Itália.
O navio estava com muito mau estado, tiveram de esperar pelo outro navio. O cavaleiro ficou deslumbrado com a beleza de Ravena. Em quanto o cavaleiro admirava a vista um mercador perguntou-lhe se queria ir a Veneza, o cavaleiro aceitou ir para Veneza. Quando chegaram o cavaleiro não tinha imaginado tanta beleza e riqueza.
O mercador alojou o cavaleiro no seu palácio. Em sua honra multiplicaram as festas. Durante a festa o cavaleiro e o veneziano, foram a varanda, do outro lado viu-se um castelo. O cavaleiro perguntou ao veneziano quem morava ali, e começou a historia. Acabou a narração, enchendo dois copos de vinho. Passado o mês o mercador pediu se não queria ficar com ele, mas o cavaleiro explicou que fez uma promessa a família.
Três dias depois o cavaleiro partiu, para a sua terra. Passou por varias cidades. O banqueiro recebeu-o e hospedou-o em sua casa. Ao fim da tarde os amigos chegaram, sentaram-se e começaram a comer, enquanto conversavam. Os homens falavam de muita coisa que interessava ao cavaleiro. Falavam sobre o Giotto, o cavaleiro perguntou quem era Giotto. E começaram a falar da história de Giotto. Passado um mês o banqueiro perguntou se queria ficar com ele, mas o cavaleiro agradeceu, mas não aceitou. Três dias depois o cavaleiro deixou a Florença. Iria para o porto de Génova, mas a caminho adoeceu. Doente foi bater a porta do convento. Os frades tratavam dele. Passado dias ia ficando melhor, quando ficou bom continuo a sua viagem. Passando por varias cidades encontrou o negociante que lhe ofereceu estadia. Começou a sua historia, o negociador gostou da sua historia. Passado algumas horas apareceu um homem e começou a narrar a sua historia, acabando o negociador disse se queria ficar com ele mas recusou.
Caminhou durante semanas, finalmente na antevéspera do natal chegou a uma cidade onde faltavam uns quilómetros para a sua casa, naquela cidade um deles hospedou-o. De madrugada partiu. Seguindo os rastos chegou a aldeia dos lenhadores que o cumprimentaram com alegria. O cavaleiro partiu, com muitos perigos, a floresta iluminou-se, o gelo brilhava e pequenas estrelas guiavam o cavaleiro até casa.

Esta Historia, levada de boca em boca, correu os países do norte. E é por isso que na noite de natal se iluminam os pinheiros.
JOANA ROCHA,7º3ª

Espaço7Língua Portuguesa disse...

RESUMO enviado por JOÃO ROCHA,7º3ª.

O cavaleiro da Dinamarca (resumo)

No Norte da Dinamarca, havia um Cavaleiro que vivia com a sua família, numa casa no meio de uma floresta. Num certo Natal, o Cavaleiro informou a sua família, os amigos e os criados de que no Natal seguinte não estaria com eles porque iria passá-lo em Belém, na gruta onde nascera Jesus, mas prometeu que no próximo estaria outra vez com eles. Ninguém se opôs porque nunca se deve dizer a um peregrino para não ir. Partiu na Primavera, e chegou na gruta onde Jesus nasceu. No percurso de regresso a casa, passou por muitas cidades de Itália, entre elas Veneza e Florença e também travou uma grande amizade com um mercador veneziano. Na antevéspera de Natal, chegou finalmente a uma pequena povoação perto da sua floresta aí comeu uma ceia ligeira e, por muito que o tentassem convencer a não ir, o Cavaleiro continuou com a sua viagem mas perdeu-se na floresta gelada e escura enfrentou o perigo de lobos e de um urso mas ele viu um pinheiro iluminado ao lado da sua casa. O Cavaleiro conseguiu chegar a tempo de passar o Natal com a família. A fé e a persistência fizeram com que conseguisse cumprir a sua promessa. Foi assim que nasceu a tradição do pinheiro de Natal, decorado e iluminado, que a família do Cavaleiro passou a fazer todos os anos. Da Dinamarca, este costume espalhou-se para o resto do mundo.

JOÂO ROCHA,7º3ª

André disse...

A história começou no Natal, numa casa, na floresta onde vivia um cavaleiro com asua familia.
Todos os Natais eram passados na casa do cavaleiro, com os amigos e a família.
Até que certo Natal,o cavaleiro fez saber que nao estaria lá no próximo ano por aquela altura,pois iria em peregrinação à Terra Santa, e iria passar o Natal, na gruta onde Cristo nasceu, mas estaria lá no Natal seguinte.
O cavaleiro começou a sua viagem na primavera, e chegou à Palestina, muito antes do Natal.
Daí, partiu com outros peregrinos para Jerusalém, e passou o Natal na gruta de Belém onde Cristo tivera nascido.
O cavaleiro partiu de Jerusalém, em fins de Fevereiro.
Depois de uma longa viagem de barco, chegou a Itália, onde foi primeiro a Veneza com o mercador com quem tinha travado grande amizade,.
Durante a sua estadia em Veneza, o mercador contou-lhe a história de Vanina e Guidobaldo.
Passado algum tempo partiu, em direcção a Florença onde chegou no princípio de Maio, depois de passar por Ferrara e Bolonha.
Lá, ficou hospedado na casa do banqueiro Averardo, onde viría a conhecer a história de Giotto e Dante, contada por Filippo, amigo de Averardo.
Passado cerca de um mês. o cavaleiro partiu emj direcção a Génova.Mas no fim da viagem, ele adoeceu.
Tremendo de Febre, foi bater à porta de um convento, onde foi tratado por alguns frades.
Como quando chegou a Génova, os barcos já tinham partido, teve que seguir viagem por terra.
Quando chegou à Flandres, já era Inverno.
De seguida, o cavaleiro dirigiu-se para Antuérpia, onde procurou o negociante flamengo, para o qual o banqueiro lhe tinha dado uma carta.
Algum tempo depois, partiu para a Dinamarca.
Era dia 24 de Dezembro, e estava a anoitecer, quando o cavaleiro entrou na sua floresta.
Depois de passar por uma aldeia de lenhadores, o cavaleiro continuou o caminho até casa.
Depois de estar algum tempo a caminhar, pensou que estaria perdido.
Mas, continuou e algum tempo depois, avistou uma pequena claridade, que ia crescendo cada vez mais.
O cavaleiro pensou que seria uma fogueira, mas quando chegou perto, viu que era a clareira de bétulas onde ficava a sua casa.
E assim chegou a casa, e cumpriu a promessa de passar este Natal com a famìlia.

André Rouqueiro - Nº2 - 7º5ª

Espaço7Língua Portuguesa disse...

Texto enviado por RAHID RAHIMO, 7º5ª
Resumo do livro “O Cavaleiro da Dinamarca”
Há muitos anos atrás, um cavaleiro que vivia na Dinamarca, decidiu fazer uma viagem até a Terra Santa.
Partiu na Primavera, em busca da gruta onde o Menino Jesus nasceu.
Depois de sair da Terra Santa dirigiu – se para Itália, passando por várias cidades, onde conheceu pessoas, que lhe foram contando historias e indicando lugares para ele ir conhecer.
Também passou por outros países Portugal e Espanha onde continuou a ouvir historias e a ver pessoas com culturas diferentes.
No final do seu percurso, em direcção sua casa, estava muito cansado e desejoso de passar o próximo Natal com a sua mulher e filhos.
Quando chegou finalmente à sua terra, que ficava no meio de uma floresta, era noite de Natal; ele reparou na grande iluminação do abeto escuro que ficava ao lado da sua casa, e que o tinha guiado até ao seu lar e família.
RASHID RAHIMO

Espaço7Língua Portuguesa disse...

Enviado por Pedro Bento, nº15,7º3ª
A obra literaria "O Cavaleiro da Dinamarca" fala sobre a historia de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir em peregrinação até á Terra Santa, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, voltaria dentro de 2 anos.
Ao encontrar-se na gruta de Belém, rezou pelo fim das misérias e das guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediu ainda a Deus que o fizesse um homem de boa vontade. Mais tarde no porto de Jafa, travou amizade com um mercador de Veneza que o convenceu a conhecer as maravilhosas terras da Itália. Ouviu o mercador contar-lhe a história da mais bela mulher daquelas paragens, Vanina.Depois o peregrino foi para outras terras da Itália, levando consigo cartas escritas pelo mercador que serviriam de apresentação em vários lugares por onde passasse.Pelos locais onde passou conheceu muitas pessoas,em Florença do primeiro pintor de Itália e de Dante, o maior poeta daquele país. Depois, atravessou os Alpes, os campos, as planícies, os vales e as montanhas de França e chegou á Flandres onde ouviu falar do português Pêro Dias.
Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Na antevéspera do Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o peregrino partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal porque o prometera á mulher e aos filhos.
A certo ponto pensou que estava perdido e então viu os olhos de lobos e em voz alta disse: «Hoje é noite de trégua, noite de Natal.» Os lobos foram-se logo embora. Pelo caminho rezou e pediu a Deus que chegasse ainda naquele dia a casa. Passado um bocado viu um grande triângulo radioso. O Cavaleiro pensou que fosse uma fogueira, mas quando lá chegou viu que era o seu abeto todo iluminado. A sua família iluminou o abeto para ele se poder guiar.

PEDRO BENTO;nº15,7º3ª

Diogo disse...

Esta é uma história de um cavaleiro que um dia decidiu sair da sua casa na Dinamarca e ir em peregrinação até à Terra Santa, onde pretendia passar um Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Despediu-se da mulher e dos filhos, dizendo-lhes que regressaria dali por dois anos. Partiu então numa Primavera. Há muitos anos atrás, as viagens eram difíceis de realizar e ir da Dinamarca até à Palestina era uma grande aventura. Ao encontrar-se na gruta de Belém, rezou pelo fim das misérias e das guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediu ainda a Deus que o fizesse um homem de boa vontade. Mais tarde no porto de Jafa, travou amizade com um mercador de Veneza que o convenceu a conhecer as maravilhosas terras da Itália. Ouviu o mercador contar-lhe a história da mais bela mulher daquelas paragens, o seu nome era Vanina. E depois o peregrino foi para outras terras da Itália, levando consigo cartas escritas pelo mercador que serviriam de apresentação em vários lugares por onde passasse. Em Florença ouviu falar de Cimabué, o primeiro pintor de Itália e de Dante, o maior poeta daquele país. Depois, atravessou os Alpes, os campos, as planícies, os vales e as montanhas de França e chegou á Flandres onde ouviu falar do português Pêro Dias que travou conhecimento com os gentios. E em todas as terras por onde passava ouvia histórias dos mares, das ilhas, dos povos desconhecidos e dos países distantes.
Caminhou durante longas semanas, avançando lentamente. Dois dias antes do Natal chegou, por fim, a uma povoação que ficava a poucos quilómetros da sua floresta, mas na madrugada seguinte o Cavaleiro partiu porque queria chegar à sua casa na noite de Natal porque o prometera à mulher e aos filhos.
Embora dificilmente lá foi avançando, mas a certa altura do caminho sentiu-se perdido, como se todos os trilhos tivessem mudado de lugar. Foi orientado por uma luz intensa, ao longe, que apareceu de súbito. O ar estava cheio de reflexos multicolores e grandes raios de luz passavam entre os troncos e as ramagens. Á medida que se aproximava daqueles raios de luz, verificou com espanto que era o grande Abeto que ficava mesmo ao lado da sua casa, cheio de luzes porque os anjos do Natal o tinham enfeitado para guiar o cavaleiro.
E é por esta razão que na noite de Natal se iluminam os pinheiros.











Diogo Silva nº 8 7º9ª

Cláudia disse...

Cláudia Máximo 7º5ª nº5

Resumo do Cavaleiro da Dinamarca

O Cavaleiro vivia com a sua família e criados e todos os natais eram iguais. Mas, neste Natal o Cavaleiro disse à sua família que no Natal seguinte iria a Jerusalém,onde Jesus nasceu. Partiu na Primavera e disse que voltaria dois anos depois. Chegando lá, visitou vários sítios com os outros peregrinos e passou lá esse Natal. Em fins de Fevereiro partiram, mas como houve uma grande tempestade só cinco dias depois se acalmou i aí retomaram o seu caminho. Paráram no Porto de Ravena, na Itália e o Cavaleiro queria esperar por outro navio, mas o Mercador de Veneza convidou-o a conhecer a sua terra, Veneza. O Cavaleiro aceitou e elogiou muito esta cidade. Com ele ouviu a história de Vanina e de Guidobaldo. Assim iam passando os dias com grandes conversas, etc.. Ao fim de um mês o Cavaleiro queria partir, o Mercador convidou-o para ficar com ele, mas recusou. Três dias depois fez uma grande viagem e conheceu vários sítios. Quando chegou a Florença foi ter com o Banqueiro Averardo e os dias iam passando da mesma maneira, onde até ouvio a história de Giotto e de Dante. Passado um mês o Banqueiro fez-lhe a mesma proposta que o Mercador, onde ele também o recusou. A caminho de Génova adoeceu e foi ter a um convento onde foi tratado. Perdeu os navios para Flandres e então decidiu ir sozinho por terra. Assim que lá chegou já nevava. Assim dirigiu-se para Antuérpia para ir ter com o Flamengo. Aí ouviu várias histórias sobre as viagens do Flamengo e em Novembro o Cavaleiro queria ir para Dinamarca, mas não havia navios para Norte. O Flamengo também lhe fez uma proposta à qual ele também recusou. Foi embora a pé e caminhou durante muito tempo. Em vésperas de Natal chegou ao pé da sua floresta. Já no dia 24 ele ainda caminhava mas teria de chegar antes da meia noite para cumprir a sua promessa. Perdeu-se na grande floresta, mas quando rezou aos anjos ouve uma grande claridade parecendo mostrar o caminho e assim o Cavaleiro chegou à sua clareira de bétulas e cumpriu a sua promessa.

fifi disse...

os resumos estão muito bons e ajudaram-me a fazer uma redação sobre " O Cavaleiro da Dinamarca"
MUITO OBRIGADA!!!!!!!!!!!!!!

Jóni Nathis disse...

O resumo do João Rocha está muito bem escrito :)

Beagoma Encarnoliveira disse...

os textos estão todos muito bons :-) muito obrigada por me ajudarem , eu não tinha o livro mas tinha de o ler para fazer um trabalho,agora o meu problema está resolvido , mais uma vez muito obrigada :-)